Mostrar mensagens com a etiqueta Musica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Musica. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Mariah Carey
Não é bom quando chegamos aos quarenta e gostamos de mostrar que ainda estamos cá para as curvas? Mariah Carey fez precisamente isso na sua mais recente aparição em público. Com uns quilinhos a mais, fez sobressair, com grande pompa e circunstância, as suas maminhas, numa performance épica. Acho que ninguém a ouviu. Se os seus dotes vocais se mantêm inalterados, acho que ninguém consegue comprovar. Mas, ao que parece, os seus seios foram recauchutados, ganharam nova vida e querem espreitar para lá do generosos decote que Mariah ostentou.
Sempre tive mais atenção aos videoclips de Mariah Carey do que propriamente às suas musicas. Sou daqueles que também acha que ela berra um pouco, mas esta nova Mariah Carey meets Dolly Parton encanta-me ainda mais e vou estar atento às próximas datas dos seus concertos. Para quando um versão Blu-Ray em 3D de um concerto da Mariah? É para ver com óculos e capacete, certo?
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Volbeat
Poucas coisas me enchem mais a alma do que descobrir uma banda nova que me faz saltar da cadeira ou pôr o volume do rádio acima do aceitável. Aconteceu-me isso com os Quireboys em 1990, estava eu a trabalhar na Rádio Clube de Cascais, actual 105.4. Lembro de me passarem para as mãos uma cópia recém chegada de Londres de A Bit Of What You Fancy e de eu, pura e simplesmente, ter posto o disco a tocar de uma só vez de rajada (claro que apenas fazendo uma pausa para virar o vinil do lado A para o lado B...que saudades).
Pois bem, com tudo o que aconteceu no mercado musical de 1990 para cá, com o fim do Rock tradicional, com o surgimento e fim do Grunge, com a ascensão meteórica do R&B e com os tops inundados de músicas feitas por produtores e DJs, para mim, encontrar música verdadeira feita por músicos verdadeiros, com tudo o que é lançado hoje em dia, é como encontrar uma agulha num palheiro. De vez em quando lá me pico, mas nunca jorra muito sangue...
Nunca deixei de pesquisar alguns sites de referência à procura de algo novo que estivesse suficientemente fora das playlists das rádios nacionais ou do top da Billboard. Por sorte não deixei de o fazer e por sorte, muita sorte, encontrei os Volbeat.
Estes dinamarqueses fizeram-me saltar da cadeira da primeira vez que ouvi Lola Montez, uma sensação que não experimentava há muito tempo e que me devolveu a confiança ao fim de tantos anos. Afinal nem tudo está perdido...Descobri que Outlaw Gentleman & Shady Ladies é já o quinto disco de originais! Quinto! Depois de me chicotear por nunca ter ouvido falar deles, dei por mim, no último mês, a descobrir a carreira desta banda. O vocalista, Michael Poulsen, tem só das vozes mais poderosas que ouvi nos últimos tempos. No YouTube descobri versões ao vivo que certificam que a sua voz ainda é mais poderosa ao vivo. Até arrepia!
Os Volbeat chegaram ao meu iPod (e mais vale tarde que nunca) com toda a pujança! Para quem ainda não teve o prazer de os ouvir, recomendo seriamente. Pode ser que tenham a mesma sensação do que eu.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Stephen Ward
Há sempre bons motivos para voltar a Londres. A estreia de um novo musical de Andrew Lloyd Webber está no topo. No final do ano passado estreou Stephen Ward, no Aldwych Theatre. Mais uma vez, Webber colabora com Don Black e Christopher Hampton, os seus letristas de eleição, para um musical que aborda a vida de uma das principais figuras do caso Profumo que abalou a Inglaterra dos anos 60.
Sendo que já levo alguns musicais de atraso, tenho mesmo de rapidamente voltar ao West End para uma semana de actualizações na matéria.
Pelo que consegui ouvir do Original Cast Recording, Webber continua em grande forma, com um elenco escolhido a dedo de onde sobressaem Alexander Hanson (Stephen Ward), Charlotte Spencer e Joanna Riding.
Para os afortunados que estão ou estarão em breve em Londres, Stephen Ward viu a sua primeira temporada prolongada até 31 de Maio.
Todas as informações no site oficial do musical em: http://www.stephenwardthemusical.com/
Todas as informações no site oficial do musical em: http://www.stephenwardthemusical.com/
sábado, 24 de agosto de 2013
John Legend - Funny or Die
O novo vídeo de John Legend, Funny or Die, é uma visita guiada à sua fantástica casa em Los Angeles. Percorremos a rotina do músico e o gosto que tem por estar em casa e desfrutar de tudo o que esta tem para oferecer. A casa parece confortável e Legend aparenta rodear-se de alguns luxos que a sua brilhante carreira lhe proporcionou. Até aqui tudo normal, não fosse o facto de Legend fazer esta visita guiada como veio ao mundo. O vídeo ganha, naturalmente, outra dimensão, mas era mesmo necessário isto?
O ar tranquilo do cão ao lado da nudez de Legend antecipa esta rotina como perfeitamente normal e algo que o bicho já nem liga. Cada um tem o dono que merece...
Decidi investigar e descobri que Legend está noivo da belíssima modelo Chrissy Teigen que, no passado mês de Julho, brindou os leitores da GQ com uma sessão fotográfica onde também aparece completamente nua.
Não sei se por vingança ou por Chrissy ter influenciado Legend na adopção de um estilo de vida livre de roupas, o que é um facto é que tudo agora faz mais sentido. Espero um dia ser convidado para jantar na mansão dois. Só não me peçam para jogar snooker...
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
John Mayer - Paradise Valley
Sou um fã incondicional de John Mayer. Provavelmente um dos
melhores músicos da actualidade, Mayer mistura um dom único enquanto um dos
melhores guitarristas da actualidade, com uma voz inconfundível. O resultado é,
quase sempre, magnífico e os seus discos ocupam muitos megas no meu iPod.
Paradise Valley, o novo trabalhos, foi posto ontem à venda.
Ainda não ouvi, mas suponho que seja genial como os anteriores. Agora...o que é
este look novo de John Mayer? Que raio lhe passou pela cabeça?
Este look de soldado confederado que esbarrou num Sioux é a
dar para o bizarro. É público que Mayer está numa relação com Katy Perry, o que
não abona muito a seu favor, mas isto é demais...Só espero que o disco seja
bom....
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Servidores de Música
Vou ter que me debruçar sobre um tema que me é particularmente sensível e que irrita muita gente. Mas como me irrita mais a mim, vou ter que escrever sobre isso. Esta crescente moda de colocar DJs em palcos principais de festivais de música é um ultraje. Não consigo compreender que se coloque no mesmo palco, sob as mesmas luzes, músicos e programadores informáticos, instrumentos musicais e servidores IBM. Se há uma coisa que ainda prezo é a formação musical de músicos...
Dizem que sou retrógrado e que não acompanho a evolução da música e que estou ausente das novas tendências. Claramente não estou. Da mesma maneira que não acredito na rendição da música ao R&B manhoso que importamos em barda dos EUA feito pelos mesmos produtores para 100 artistas diferentes. Há musica para além disso, por muito que me queiram convencer do contrário...
Equiparar um DJ a um músico é como comparar o meu querido amigo Sr. Joaquim, que faz maravilhas com a sua trincha sempre que quero redecorar a minha sala, com a Paula Rego. Ambos pintam...mas não é a mesma coisa. São os dois pintores. Mas acho que não estaria disposto a assistir a uma exposição do Sr. Joaquim por muito boa combinação de tintas que faça, ou por muito bem misturar CIN com Robbialac. E se o Sr. Joaquim fizesse uma exposição, decerto que a comunidade de artistas plásticos se insurgiria contra o facto, alegando que é a destruição da arte, só porque o Sr, Joaquim nunca passou perto da Faculdade de Belas Artes. Gostaria de ver a mesma atitude na música...
Dizem que sou retrógrado e que não acompanho a evolução da música e que estou ausente das novas tendências. Claramente não estou. Da mesma maneira que não acredito na rendição da música ao R&B manhoso que importamos em barda dos EUA feito pelos mesmos produtores para 100 artistas diferentes. Há musica para além disso, por muito que me queiram convencer do contrário...
Equiparar um DJ a um músico é como comparar o meu querido amigo Sr. Joaquim, que faz maravilhas com a sua trincha sempre que quero redecorar a minha sala, com a Paula Rego. Ambos pintam...mas não é a mesma coisa. São os dois pintores. Mas acho que não estaria disposto a assistir a uma exposição do Sr. Joaquim por muito boa combinação de tintas que faça, ou por muito bem misturar CIN com Robbialac. E se o Sr. Joaquim fizesse uma exposição, decerto que a comunidade de artistas plásticos se insurgiria contra o facto, alegando que é a destruição da arte, só porque o Sr, Joaquim nunca passou perto da Faculdade de Belas Artes. Gostaria de ver a mesma atitude na música...
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Carta aberta a Thom Yorke
Caro Thom,
Ambos sabemos que esta carta estava há muito para acontecer. Tenho protelado sempre na expectativa que voltes a ganhar juízo e a produzir de novo alguma coisa de jeito que se consiga ouvir. Mas como insistes em andar a brincar aos sons e colar barulhos de aspirador com caldeiras a vapor, a minha paciência esgotou-se e é desta que recebes a carta.
Começo por dizer que, para mim, neste momento não passas de um valente anormal. Se quiseres, soletro, a-n-o-r-m-a-l. Como é que alguém capaz de compor e produzir três dos melhores discos de sempre, que constam da minha restrita lista de melhores álbuns dos anos 90, conseguiu posteriormente só escrever trampa e música para embalar pistons de automóveis (o que reconheço não ser fácil pela quantidade de óleo que circula entre o piston e a bombina, tornando-o irrequieto)? Como é que alguém dotado de uma genialidade musical única se transforma num costureiro de sons, que nem uma baínha sabe fazer?
E deixa-me dizer-te mais uma coisa. O facto de renegares os discos que te trouxeram fama, ao ponto de ignorares nos concertos musicas como Creep, High & Dry ou Karma Police, apenas para referir uma música de cada uma das obras-primas que produziste, ainda faz de ti um maior anormal. Se nunca tivesses escrito essas músicas, actualmente serias, quanto muito, cabeça de cartaz da Ovibeja e andavas a animar ovelhas com os teus sons esquisitóides. E talvez alguma cabra que por ali andasse. Todos sabemos que o baixo alentejo é todo muito igual e mesmo uma cabra consegue desorientar-se e andar a chocalhar por prados alheios até a assustares de morte com os teus aspiradores e caldeiras.
A diferença entre o que fazes hoje e o que fizeste no passado é tal que até arrepia o médico do Michael Jackson (e olha que ele estava habituado a muito estupidez ao ponto de entupir o Black&White de coisas ainda por testar e que deu no que deu...). O que fazes hoje seria como se o Steve Jobs, em vida, não agora como é óbvio, quisesse lançar colchetes altamente revolucionários para acabar com o drama dos fechos éclaires. E mesmo que chamasse àquilo iColchete, as pessoas não iriam entender porque raio o Steve Jobs agora produzia colchetes e não materiais tecnológicos avançados capazes de mudar a nossa vida. E ninguém quereria entrar numa Apple Store e ver carretos de linhas, agulhas e colchetes, porque isso não faria sentido.
Como não faz sentido o que fazes hoje. Percebeste agora o quão anormal és?
Pela última vez, vê se acordas e voltas a escrever música e deixa de ser parvo.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Triumph - Magic Power
Os canadianos Triumph, liderados por Rik Emmet, lançam em 1981 Allied Forces. Com um conjunto de músicas solidamente construídas, ao quinto disco de originais, os Triumph conquistam o mercado americano graças à força de músicass como Magic Power e Fight The Good Fight.
Para ouvir:
Triumph - Magic Power
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Red Hot Chili Peppers - Under The Bridge
Blood Sugar Sex Magik, de 1991, marca uma mudança fundamental na carreira dos Red Hot Chili Peppers. Depois de quatro discos que não mereceram especial atenção, Blood Sugar Sex Magik e, principalmente Under The Bridge, atiram os Red Hot Chili Peppers para o topo das tabelas de todo o mundo e para o reconhecimento mundial. Hoje, é considerado como um dos pilares do rock alternativo dos anos 90.
Under The Bridge, idealizada por Kiedis, só foi incluída no álbum dada a insistência do produtor Rick Rubin. Uma reflexão sobre a dependência e o impacto das drogas no dia-a-dia, que Kiedis estava algo relutante em mostrar ao resto da banda. O tema viria a ser um sucesso sem precedentes na carreira dos Red Hot Chili Peppers conduzindo, inclusivamente à saída de Frusciante da banda, que não estava preparado para esta nova dimensão planetária. Viria a regressar só em 1998.
Para ouvir:
Red Hot Chili Peppers - Under The Bridge
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Sting - Englishman In New York
Talvez em nenhuma outra música fosse tão óbvio que Sting necessitava de uma carreira a solo para além dos The Police. A sua nova orientação musical e a vontade de fundir blues, jazz, funk e soul, com total mestria, ficam brilhantemente expressas em Englishman In New York, do seu segundo trabalho a solo, Nothing Like The Sun, de 1987. Um disco que resulta de várias influências que Sting mistura num tom geralmente suave, harmonioso e sumptuosamente interpretado.
Dedicada ao excêntrico ícone gay inglês, Quentin Crisp, que recentemente se mudara para Nova Iorque, Englishman In New York conta ainda com um brilhante solo de saxofone de Branford Marsalis.
Para ouvir:
Sting - Englishman In New York
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
April Wine - Enough Is Enough
Em 1982 os canadianos April Wine lançam Power Play e, com ele, Enough Is Enough. Foi, nos meus tempos de boas noitadas, um clássico das discotecas que passavam bom Hard Rock. Myles Goodwyn, o mentor da banda, arranca 10 canções de puro rock, fazendo ainda um cover de Tell Me Why dos Beatles, que também viria a ser lançado como single.
Não tendo alcançado o sucesso de Nature Of The Beast, que lançou os April Wine para a fama mundial, Power Play ainda conseguiu figurar durante 20 semanas na lista de álbuns mais vendidos dos EUA.
Para ouvir:
domingo, 30 de setembro de 2012
Goo Goo Dolls - Iris
Originalmente composta para a banda sonora de City Of Angels, Iris seria a música que tornaria os Goo Goo Dolls numa das lendas do rock alternativo dos anos 90. John Rzeznik nunca tinha composto uma música para um filme e, à primeira tentativa, coloca os Goo Goo Dolls no top ten da Billboard por nove semanas, tendo estado outras dezoito no primeiro lugar da Hot 100 Airplay. O fenómeno alargou-se à escala mundial, e Iris colocaria os Goo Goo Dolls no topo de tabelas por todo o mundo durante 31 semanas.
Para ouvir:
Goo Goo Dolls - Iris
sábado, 29 de setembro de 2012
Suede - Beautiful Ones
No auge da BritPop dos anos 90, os Suede alcançam o estrelato mundial ao terceiro disco de originais. Coming Up de 1996 incluía, entre outros, êxitos como Trash, On A Saturday Night, Lazy e este Beautiful Ones. Depois da saida de Bernard Butler, Brett Anderson assume a completa liderança da banda, dando-lhe um estilo menos indie e mais comercial que relança a carreira dos Suede. Simplificando a musicalidade, Andersson transforma os Suede numa banda de alcance mundial. Embora algumas das música já tivessem sido escritas no perídos anterior de colaboração de Andersson com Butler, a nova roupagem alarga a audiência e coloca os Suede no topo das tabelas do Reino Unido, do Canadá e um pouco por toda a Ásia e Europa.
Para ouvir:
Suede - Beautiful Ones
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Deceiving matters
Caminhava eu, aqui há uns dias, por outras ruas abaixo quando me deparo com o link de uma notícia de título "Christina Aguilera mostra as curvas". Naturalmente, e sendo fã desde sempre dos atributos vocais da moça, assaltou-me de imediato uma curiosidade imensa em ir indagar este assunto.
Acho que em todos os meus anos de deambulações por várias ruas abaixo nunca me tinha sentido tão vítima de um enorme embuste como quando este link abriu e me revelou aquelas fotos. Considero mesmo que se trata de um estratagema pior do que aqueles de pirâmides, e outras formas geométricas, para sacar dinheiro à inocente e ingénua população mais ou menos idosa.
Já passaram alguns dias desde que li esta notícia (é verdade, precisei de praticamente duas semanas para me recompor!) e palavra que ainda hoje me pergunto com perplexidade o que passa pela cabeça de alguém para achar que aquelas fotos são dignas daquele título!
Mas o pior estava para vir. No curto texto que se segue deparo-me com a seguinte frase:
"Christina Aguilera foi aos Prémios NCLR ALMA Awards (cerimónia que homenageia artistas latinos) e levou um vestido que deixava em evidência as suas curvas sensuais".
Ó minha gente, mas anda tudo parvo?! Curvas sensuais?! Sensuais?!?!
Das duas uma: ou estamos na presença de uma espécie rara de zoófilo que tem por fetiche baleias e mamutes ou este jornalista anda com um claro défice de pornografia! Dêem-lhe filmes para ver!! Aliás, nem é preciso ir tão longe. Aqui mesmo, neste espaço, o meu colega blogueiro tem feito o favor de nos brindar diariamente com bons exemplares de curvas sensuais, é só consultar!
É jornalismo como este que me tira do sério, e assim se vai perdendo o profissionalismo desta ocupação.
Steppenwolf - Born To Be Wild
Em 1968, os Steppenwolf lançam o seu primeiro disco de originais e, com ele, o seu maior sucesso de sempre, Born To Be Wild. Incluída na banda sonora de Easy Rider no ano seguinte, Born To Be Wild viria a ficar imortalizada como um hino dos motociclistas dos EUA e de um certo estilo de vida. Considerada por muitos como a primeira música de Heavy Metal, Born To Be Wild é um marco da geração do final dos anos 60, da liberdade, da aventura, da irreverência e da postura social, posteriormente adoptada na entrada dos anos 70.
Para ouvir:
Steppenwolf - Born To Be Wild
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Meat Loaf - I´d Do Anything For Love (But I Won´t Do That)
A sequela de Bat Out Of Hell, um dos mais emblemáticos discos dos anos 70, seria lançada em 1993 e, com ela, um dos maiores clássicos dos anos 90, I´d Do Anything For Love (But I Won´t Do That). A colaboração entre Jim Steinman e Meat Loaf, que se havia rompido a seguir a Dead Ringer, só viria a ser retomada quase 12 anos depois. A mestria das composições de Steinman só consegue ser imortalizada por Meat Loaf, que lhes emprega a carga dramática que os coros e as escalas ascendentes e descendentes de Steinman exigem.
I´d Do Anything For Love (But I Won´t Do That) haveria de conquistar o primeiro lugar em 28 países, provando que em pura época de êxtase do Grunge, ainda era possível fazer rock sinfónico que apelasse às massas. Meat Loaf acabaria por receber o Grammy de Melhor Interpretação Rock a Solo.
O vídeo de suporte, dirigido por Michael Bay, mistura as ambiências da Bela e o Monstro e do Fantasma da Ópera, sendo dos vídeos mais rodados pela MTV nesse ano.
Para ouvir:
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Roxy Music - More Than This
Em 1982, os Roxy Music editam o seu último álbum, Avalon. Abandonando o estilo glam rock que os imortalizou na década de 70, Avalon orientava a banda num som mais pop que viria a ser a marca dos trabalhos a solo de Bryan Ferry durante os anos 80. More Than This, o single que antecedeu o lançamento do disco, acabou por ficar com um dos temas mais conhecidos da banda, mesmo tendo uma sonoridade mais próximo dos discos a solo de Ferry do que propriamente dos Roxy Music.
Para ouvir:
Roxy Music - More Than This
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Led Zeppelin - Stairway To Heaven
Stairway To Heaven é um dos maiores clássicos do hard rock progressivo do inicio dos anos 70. Uma obra-prima que Jimmy Page e Robert Plant inventaram para o quarto álbum da banda, sem nome, mas geralmente conhecido como Led Zeppelin IV. Lançado em 1971, viria a liderar os tops de todo o mundo com a irrepreensível voz de Plant a embalar os brilhantes sons que Page retira da guitarra. Stairway To Heaven nunca foi lançado como single, mas viria a transformar-se num hino da banda e numa das melhores músicas de todos os tempos.
A música começou a ser composta por Jimmy Page num retiro do País de Gales onde a banda se refugiou depois da quinta tournée americana. Robert Plant diria mais tarde que a letra apareceu sozinha como se a caneta deslizasse com vontade própria na folha de papel. Tão natural como isto.
Para ouvir:
Led Zeppelin - Stairway To Heaven
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Great White - Call It Rock N Roll
Lançado em 1991, o quinto disco de estúdio dos Great White, Hooked, não teve o sucesso dos seus antecessores e que tinham colocado a banda na rota do melhor Hard Rock dos anos 80. Contudo, Call It Rock N Roll, a faixa de abertura, viria a tornar-se um clássico dos Great White e, ainda hoje, um dos maiores contributos da banda para a história da música.
Combinando o estilo bluesy dos Led Zeppelin com os riffs agressivos dos AC/DC, Hooked acaba por ser um dos discos mais consistentes dos Great White.
Para ouvir:
Great White - Call It Rock N Roll
domingo, 23 de setembro de 2012
The Rolling Stones - Start Me Up
Um dos maiores êxitos dos Rolling Stones, Start Me Up, teve, por incrível que pareça, um parto difícil. Constantemente enfiada na prateleira, depois de sucessivos takes que nunca agradavam Mick Jagger ou Keith Richards, começou a ser gravada para o àlbum Black And Blue de 1976. Voltaram a tentar para os dois álbuns seguintes, Some Girls de 1978 e Emotional Rescue de 1979. Sem nunca conseguirem acertar com o ritmo certo que queriam para a música, seria o produtor Chris Kimsey a convencê-los a tentar de novo para Tattoo You. Enfiados nos estúdios durante 6 horas seguidas, conseguiram, finalmente, acertar com a versão que todos conhecemos e que dominou os tops um pouco por todo o mundo no Verão de 1981.
Continua a ser um dos riffs mais famosos de Keith Richards e a música de entrada de sucessivas tournées dos Rolling Stones.
Para ouvir:
The Rolling Stones - Start Me Up
Subscrever:
Mensagens (Atom)




















